Bússola Política

Roberto Teixeira // Technologist and regular nerd helping a small company called Intel build great software products.

Você sempre quis sentir-se cool e não sabia como? Você queria que os outros o olhassem com inveja e nunca conseguiu? Você quer usar um sistema operacional que não pareça feito em 1970, mas ainda quer poder se sentir um hacker? MacBook é a solução!
Estou vendendo meu MacBook preto de 2008:
Tudo isso por apenas R$ 2.800,00!
Q&A
Posso instalar Linux nele?
Pode! Instale um Linux com kernel de 64 bits para maior valor na hora de mostrar para os amigos como você é hacker elite!
Odeio Windoze, mas se eu quiser instalar um XP só para falar mal, pode?
Sim, pode. Dá para instalar Windows XP, Windows Vista e até mesmo o Windows 7!
E dá para fazer dual boot?
Claro que dá! Você pode manter seu Windows ou Linux para poder comparar e reclamar depois que começar a usar o MacOS e descobrir como é maravilhoso usar um sistema operacional de verdade!
E tem algum jeito de rodar programas do Windows ou do Linux?
Sim! Você pode usar várias soluções, dentre as quais os pagos VMware e Parallels, mas há também o Virtualbox que é gratuíto.
Cara, eu tenho um PlayStation 1 aqui. Quer trocar?
Não. Não quero fazer trocas. Note que o título deste post específicamente fala em venda, não troca.
E se for um…
Não tenho interesse em trocas.
Ok, e como eu faço para entrar em contato?
Você pode deixar um comentário (lembre-se que eu tenho acesso ao seu endereço de email) ou simplesmente me mande um email: robteix@robteix.com.
Hey! Did you missed maretking series? Let’s continue!
Nunca gostei de marketing, não é segredo para ninguém. Também sempre admiti que, salvo alguns casos peculiares de imitação descarada, eu nunca entendi muito bem o processo pelo qual decisões de marketing são tomadas.
Como alguém eventualmente decidiu que o melhor nome para seu produto seria Azure, Zune, Jogl ou Amarok? Não que eu tenha melhores sugestões. Não é realmente uma crítica, mas uma dúvida. Mas por mais que o marketing me deixe confuso, confesso que às vezes ele também me diverte. A descrição do JavaFX (o Silverlight da Sun) é:
JavaFX is an expressive, rich client platform for creating and delivering rich internet experiences across all the screens of your life.
Ouvi hoje pela manhã de um funcionário da Sun.
Estou viajando e resolvi, por puras razões egoistas, documentar algumas frases ouvidas durante a aventura. Optei por não identificar os resposáveis, já isto não vem ao caso. Atualizando on-the-go.
“Não se preocupe, a polícia nunca parou a gente…” – Uma mãe em resposta à minha declaração de que não me sentia à vontade em levar seu filho de 10 meses de idade no banco de trás do meu carro sem acompanhante – ela ia em outro carro – nem bebê-conforto em viagem de Curitiba, PR até Mafra, SC.
“Só que ele tá errado, né? Normalmente as crianças não crescem no ritmo normal, mesmo.” – Uma mãe, protestando contra comentário de seu pediatra de que seu filho não estava se desenvolvendo em um ritmo normal.
“Você tem que começar a pensar que agora você vai ter uma criança e vai precisar ser mais responsável.” – Mesma mãe me dando sermão.
“Mãe, tô saindo pra dar uma volta, cuida do nenê!” – Ainda a mesma, desta vez para sua mãe.
“O Beto Richa me traiu, aquele filho da puta! Prometeu emprego na prefeitura se se elegesse, mas até agora nada…” – Lição de cidadania tratando de supostas promessas de campanha do atual prefeito de Curitiba. Nota: a pessoa que se considerou traída não vota em Curitiba.
“Preciso comer um peixinho hoje porque segunda eu tenho um exame de sangue marcado…” – Um senhor sobre a necessidade de se preparar para que o colesterol não esteja muito alto nos exames.
“É só para ajudar a descer o remédio” – Resposta de um diabético quando pego em flagrante – de novo – comendo doce.
“Tinha que pesar?” – Pergunta do mesmo, oportunamente feita na hora de pagar o almoço em um restaurante de comida por quilo.
patch -p1 < fix-world-2.0.diffA SAM materializa-se em uma aparente compulsão por arrumar coisas que detecto como bugs no mundo. Se vejo algo errado, eu inconscientemente acho que é minha obrigação arrumar o mais rápido possível. Algo que acho que é relacionado à SAM é aquela noção de mundo onde uma regra é para ser seguida. Um exemplo clássico para mim são as travessias de pedestres. Eu sei que os motoristas locais não vão parar, mas eu me sinto na obrigação de tentar passar de qualquer modo. E o faço. Eu sempre tento passar, gesticulo e reclamo. Quando, por outro lado, estou ao volante, eu sempre paro para as pessoas passarem na faixa de pedestres. O interessante é que a maioria fica olhando para você com cara de bunda sem entender nada. E eu, por minha vez, fico irritado com o pedestre que não passa. É um defeito meu. Eu simplesmente acho que a regra está ali para ser seguida. Outro caso similar no trânsito são as rotatórias ou rótulas. A regra da rotatória não poderia ser mais simples: quem já está na rotatória tem a preferência. Infelizmente, os motoristas de São Paulo são incapazes de compreender isso, de forma que é comum você ter de freiar bruscamente porque alguém entrou na rotatória e achou que tinha a preferência, assim como é comum alguém que está na rotatória parar para esperar você entrar. Para mim isso é deveras irritante. Claro que a SAM manifesta-se fora do trânsito também. Quando vejo alguém fazendo um comentário burro em um blog, eu me vejo incapaz de resistir ao impulso de ir lá mostrar a ignorância dos outros face à minha inteligência superior. Recentemente resolvi que a SAM precisa ser combatida em mim. Não sei se apenas decidi ou se aprendi que não posso/devo mudar as pessoas, mas o fato aí está. Combater a minha SAM não é tão simples, claro. Como tudo é muito inconsciente, eu preciso fazer um esforço contínuo e consciente para evitar me intrometer. Se um dia eu atropelar alguém na faixa de pedestres, eu finalmente saberei que consegui me curar e sou normal.

O ceratocone é uma doença cuja correção ainda elude a oftalmologia. Ela causa vários sintomas, dentre os quais:Meu maior problema é que além da segunda imagem que eu já tenho por causa da cicatriz, o ceratocone adiciona mais diversas. A imagem abaixo mostra mais ou menos como eu vejo o site do Estadão atualmente:
- Sensibilidade a luz
- Coceira nos olhos
- "Fantasmas" ou "sombras"
- Visão noturna reduzida



// GetNumberUtil seria o modo como pegaríamos a instância. // NEste caso poderia ser simplesmente um new NumberUtil(). NumberUtil nu = GetNumberUtil(); int max = nu.Max(10, 100);Simples o bastante. O problema começa quando começamos a usar objetos vindos de outros "mundos". Digamos que NumberUtil seja definida em um módulo em Python, ou outra linguagem dinamicamente tipada. Neste caso, o código acima tem de ser escrito assim em C# 3.0:
object nu = GetNumberUtil();
Type type = nu.GetType();
object result = type.InvokeMember("Max",
BindingFlags.InvokeMethod,
null,
new object[] { 10, 100 });
int max = Convert.ToInt32(result);
Chato e "sujo". Isso me lembra quando eu tinha de programar Win32 COM nos anos 90... Mas o C# 4.0 agora tem suporte a um novo tipo -- dynamic -- que nos permite lidar diretamente com tipos dinâmicos, o que faz com que o código seja bem simplificado:
dynamic nu = GetNumberUtil(); int max = nu.Max(10, 100);E voilà!